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Um alerta: O “bullying nas empresas” destrói profissionais e arrasa carreiras promissoras

Como introdução é preciso entender o significado de “bullying”, cito a Escola da Inteligência, escoladainteligencia.com.br, que esclarece esse termo tanto falado nos dias atuais. Um tema que precisa ser visto e tratado com muita atenção e responsabilidade.

O que é bullying?

“Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

“É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ).

Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho. O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa. Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade. Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio” (Fonte: Escola da Inteligência)

É um assunto que retrata a falta de ética e conduta neste momento que passamos. Nas empresas, fruto muitas vezes de uma competividade excessiva, este tema se transforma num problema social e afeta milhões de pessoas no Brasil. Em tempos de “bullying”, primeiramente temos que entender o tamanho do problema. Hoje em dia existe um padrão de conduta é cobrado juridicamente às empresas, que impede qualquer tipo de provocação preconceituosa quanto a deficiências, traços pessoais, de gênero, raça, religião, inabilidades ou erros de seus funcionários. As relações de trabalho precisam manter a justiça, a igualdade e o respeito. Este tripé é a maior arma contra o temido “bullying”. Além do mais é muito difícil um funcionário conseguir manter uma postura de neutralidade nos ambientes corporativos, sem correr o risco de ser tachado de "em cima do muro". Quanto mais falarmos do problema, mas soluções se apresentarão.

Como identificar o “bullying” nas empresas?

É preciso ter cuidado para caracterizar o “bullying”, especialistas esclarecem “Uma brincadeira de mau gosto ocorrida uma única vez não pode ser chamada de assédio. Bullying pressupõe: repetição sistemática, intencionalidade (forçar o outro a sair do emprego), direcionalidade (uma pessoa do grupo é escolhida como bode expiatório), temporalidade (durante o expediente e por dias ou meses) e degradação deliberada das condições de trabalho”.

Quem faz “bullying” muitas vezes age sorrateiramente, mina o emocional das pessoas. Atenção é fundamental, principalmente, pelas pessoas que comandam uma instituição ou empresa.  O que antes era basicamente um problema sociológico, no qual poucos departamentos de RH ou chefias interferiam, começou a ser visto como um problema que impacta diretamente na produtividade. De fato, os impactos nos níveis de produção de uma empresa podem ser devastadores, além de criar riscos também para a saúde mental e até mesmo física dos trabalhadores que são vítimas desse tipo de atitude.

Para finalizar listo algumas ações que comprovam quando um profissional está sendo vítima de “bullying” (material compilado de várias fontes e profissionais):

A prevenção

Muitos profissionais acreditam que as vítimas do bullying são escolhidas como consequência de sua baixa autoconfiança. Mas é justamente sofrer o ato repetidamente que afeta seriamente a autoestima, podendo levar à depressão e até ao suicídio. Procure seu chefe imediato primeiramente, seu RH, caso não tenha retorno procure instituições ou grupos de direitos humanos que trabalham contra abusos e excessos nas empresas.

Dicas

Concluindo, a prática do bullying, esse comportamento tão eficaz e destrutivo da nossa autoestima, está presente ativamente e constantemente em locais de trabalho. Com pouquíssimas diferenças nas suas definições e muita semelhança nas suas consequências, o bullying no local de trabalho pode se tornar um grande pesadelo para muitas pessoas. Vamos ficar atentos e coesos contra este grave problema.

Fontes: escoladainteligencia.com.br; solides.com.br; personare.com.br.

 

Maicon Kammers
Analista Contábil/Financeiro/Administrativo - TSBE

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