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TSBE X Responsabilidade Socioambiental

As empresas são criadas para atenderem determinadas necessidades humanas, vistas como organismos vivos e sociais, empregam pessoas, interagem com outras empresa e comunidades, e, na maioria das vezes, possuem como objetivo maior visar o lucro.

Desde o final da década de 80 a ética e a responsabilidade social passaram a serem importantes para a administração das organizações. As empresas não mais produzem apenas bens e serviços, elas precisam ter uma relação saudável com o ambiente inserido, equilíbrio com os acionistas e agir com responsabilidade social perante a comunidade.

Em vários países surgem discussões sobre o papel das empresas como agentes sociais no processo de desenvolvimento. E, é justamente esta preocupação, que as empresas perceberam ser o que as faz obter vantagem competitiva no mercado. No geral, a sociedade passou a ter mais consciência em relação ao desenvolvimento sustentável: em ser capaz de satisfazer as suas necessidades atuais, sem comprometer as gerações futuras. Assim, fica cada vez mais difícil para as organizações desconsiderar a transparência, a ética e a responsabilidade socioambiental nos seus negócios.

TSBE - O que vêm fazendo
Para trilhar este caminho é preciso começar de dentro da organização, dos colaboradores, chefes, gestores e sócios. Assim, a Responsabilidade Socioambiental estará relacionada com as atitudes corporativas internas e externas. Já a Responsabilidade Social Empresarial, passa a ser a gestão que pode começar com o conjunto das ações individuais neste sentido, e que foram incorporadas aos valores da empresa. 

Partindo tanto da Diretoria, quanto dos Colaboradores da TSBE– Transmissora Sul Brasileira de Energia S.A., alguns exemplos de ações tomadas internamente são:

Além destas ações, a TSBE atua em diversas outras frentes de responsabilidade:

Praticamente todas essas ações podem ser encontradas no site da Companhia: http://tsbe.com.br/ ou clicando nos quadros.

Sugestão de práticas para TSBE
Mesmo com toda a participação ativa da organização, para buscar maior efetividade no tema, outras ações podem ser implantadas. Segundo Bateman e Snell (2006) o governo é responsável por criar leis e regulamentos para normatizar a Responsabilidade Social das empresas. Assim, na parte fiscal, a TSBE poderia verificar a viabilização de destinar parte do valor que seria obrigatoriamente pago de Imposto de Renda - IR ao governo para as Organizações da Sociedade Civil – OSC, organizações que atuam em prol da sociedade.

Para realizar esta destinação do valor, as empresas (pessoas jurídicas) podem doar a importância de até 9% (nove por cento) do IR devido, dependendo de cada caso particular. Porém, ressalta-se que somente as empresas com base no Lucro Real poderão efetuar essa doação.

É possível apoiar projetos incentivados pelas seguintes leis:

Assim, adotando esta prática, além de não estar tirando os recursos do próprio orçamento da empresa, pois estará abatendo do IR já devido, a Companhia poderia ser patrocinadora em diversos campos, atuando de modo responsável. O retorno não seria apenas para aqueles beneficiados pelas OSC, indiretamente, se a TSBE destinasse o recurso para organizações locais, estaria beneficiando toda a comunidade da sua região, contribuindo de modo mais amplo para o desenvolvimento territorial.

A propensão das empresas que adotam a Responsabilidade Socioambiental em sua gestão de se tornarem mais respeitadas e admiradas pelos diversos stakeholders é maior do que as outras, além de elevar o valor da reputação das primeiras perante o mercado e a sociedade.

Atualmente, está cada vez mais em voga acreditar que através das práticas efetivas de Responsabilidade Socioambiental é que poderemos manter e renovar recursos ora em situação de risco, sem também, inserimos novos problemas ao planeta. No âmbito do setor elétrico, mais especificadamente, na TSBE, percebe-se que muitas ações estão sendo tomadas em prol desta direção, contudo, outras ações também podem ser aplicadas como a sugerida, além de outras.


Referências:

ALBUQUERQUE, José de Lima. Gestão ambiental e responsabilidade social: conceitos, ferramentas e aplicação. São Paulo: Atlas, 2009.

BATEMAN, T. S.; SNELL, S. Administração: novo cenário competitivo. 2. Ed. São Paulo: Atlas, 2006.         



Patricia da Silva Rosa
Contadora
Analista Financeiro Contábil/Tributário da TSBE

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